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ORIGEM DA ÁGUA

A bacia hidrográfica do ribeirão Candidópolis é a principal fonte de abastecimento de água bruta para o Sistema Pureza, que fornece água tratada a 55% da população urbana de Itabira. Trata-se de uma captação de água superficial, portanto, mais vulnerável às ações degradadoras acontecidas em sua área.

O Sistema Gatos também é abastecido por águas superficiais do córrego Pai João, juntamente com seus afluentes e responde por aproximadamente 25% do abastecimento público de nossa cidade.

A ETA Pará recebe a água proveniente de poços artesianos utilizados no rebaixamento do lençol freático das minas da Vale, mas como percorre longo trecho ao ar livre, o tratamento utilizado é idêntico às águas superficiais.
Superficiais também são as captações realizadas nos distritos de Ipoema (Córrego Quebra Ossos) e Senhora do Carmo (Ribeirão do Onça).

A utilização de poços profundos para captação das águas subterrâneas para abastecimento do Sistema Três Fontes complementa basicamente o fornecimento de água potável à população urbana de Itabira. Os poços profundos do Sistema Areão ocupam posição estratégica na rede de distribuição de água em Itabira, servindo como alternativa em longos períodos de estiagem e/ou manutenção em algum outro sistema interligado à sua rede.

O SAAE também é responsável por poços de comunidades mais afastadas do núcleo urbano, em sua manutenção e desinfecção de suas águas, tais como: Barro Branco, Chapada, Boa Esperança e várias outras localidades rurais.

Todos os mananciais de abastecimento sentem os efeitos de atos impactantes ao meio ambiente, principalmente o desmatamento. Primeiramente com a finalidade de produzir carvão vegetal e posteriormente com a utilização dessas terras para pastagem de gado. Para combater essas ameaças aos seus mananciais foi lançado pelo SAAE, em 19 de abril de 2006, o Projeto Mãe D’Água.

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