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TROCA DE HIDRÔMETROS

SAAE PLANEJA TROCA DE 12 MIL HIDRÔMETROS NO PRÓXIMO ANO

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 O Serviço Autônomo de água e Esgoto (SAAE) pretende substituir até 12 mil hidrômetros, segundo informou o diretor-presidente da autarquia, Leonardo Ferreira Lopes. Atualmente, Itabira tem 33 mil hidrômetros e a maior parte deles está ultrapassada, com mais de 30 anos de uso.

 O ideal é que um hidrômetro fosse trocado a cada cinco anos, mas a maioria dos que existem em Itabira nuca foram trocados e, por isso, não fazem a medição corretamente, registrando consumo inferior ao real. “A leitura é sempre em desfavor do SAAE”, frisa Leonardo Lopes.

 O projeto visa a substituição de 100% dos hidrômetros. No primeiro ano, serão priorizados os hidrômetros mais antigos. A proposta é que as substituições continuem em 2020, até que toda a cidade seja atendida.

 A troca dos hidrômetros faz parte do projeto do SAAE para garantir um serviço de qualidade para o itabirano, garante Leonardo Lopes, sem risco de um apagão do abastecimento. “O projeto vai proporcionar à autarquia maiores condições de investimentos e uma melhor prestação de serviço ao usuário”.

 Apesar do mau funcionamento favorecer o consumidor em relação ao valor da conta, de acordo com Leonardo Lopes, ele também fica prejudicado, “Se deixa de receber o valor real, o SAAE fica com outros serviços sucateados e impossibilitado de prestar um serviço de melhor qualidade para o usuário”, justificou o diretor-presidente, lembrando que a autarquia é uma empresa sem fins lucrativos, portanto todo o lucro “é retornado em investimento para a população”.

O diretor-presidente do SAAE adiantou que a licitação para contratar uma empresa terceirizada para fazer a substituição dos hidrômetros já está em andamento. O nome da vencedora da concorrência deverá ser conhecido até o final de dezembro. A expectativa, segundo Leonardo Lopes, é dar início ao trabalho ainda no primeiro semestre de 2019.

Perdas – Itabira perde hoje 37% da água tratada antes de chegar aos consumidores. Quando assumiu a administração do SAAE, Leonardo Lopes disse que esta perda era de 42%. Os hidrômetros muito antigos são apontados como um dos motivos dessa perda além de vazamentos. 

Comparado com outras cidades maiores, para Leonardo Lopes a perda atual não é tão ruim, mas está acima do pretendido. “Iniciamos a administração com 42%. Ao longo de um ano e oito meses, reduziu para 37%. É uma marca importante, menos que de Belo Horizonte, São Paulo, mas queremos mais. Vamos conseguir reduzir mais. O intuito é que fique abaixo de 30%”, disse.

Fonte: Jornal Diário de Itabira

 
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